Estava com saudade dela. Nos conhecemos num evento em que eu palestrei em Belo Horizonte. Na hora do coffe break trocamos cartões, olhares e sorrisos. Ela trabalha numa companhia aérea, e viaja muito a trabalho. Eu estou sempre aqui no RJ, o que nos impede de nos encontrarmos com freqüência. Por isso, aproveitamos ao máximo as raras oportunidades que temos. Sempre íamos a um motel quando ela passava pelo RJ. Só que essas oportunidades se tornaram mais raras quando ela foi transferida para Curitiba. Os e-mails continuaram tão sacanas quanto antes, mas a vontade de realizar tinha que ser usada com outras pessoas, lá e aqui. Mas não neste fim de semana.
Nos vimos ontem depois de quase 6 meses, e prometi a ela que ia proporcionar a transa do século (pretensioso, pode falar). Ela sempre teve vontade de experimentar alguns brinquedos de sex shop, e essa foi a nossa vez. Ela comprou antes de embarcar lá no Sul e trouxe na mala para nós.
Fui buscá-la no aeroporto e fomos almoçar. Comemos num restaurante do Centro mesmo, conversamos sobre o trabalho, sobre a vida na cidade nova, e aproveitei para fazer um elogio (justo e sincero) aos seus cabelos, que ficaram lindos com o novo corte que ela adotou. Falamos sobre o clima, ela aproveitou e me provocou dizendo que em Curitiba todo dia é bom para namorar. Falamos sobre amenidades, quando de repente ela faz o que sabe fazer de melhor: me pegar desprevenido.
- Mas o trabalho lá e melhor do que em BH?
- O trabalho é igual, só o salário que é melhor mesmo, e o custo de vida é bem menor.
- Um amigo meu comentou isso. Vendeu um apartamento no Leblon, e vai comprar um apê lá em Curitiba, e ainda vai sobrar uma grana pra ele começar a abrir uma livraria. Ele só sente falta é dos amigos, da praia, das coisas do Rio mesmo…
- Eu também sinto falta de algumas coisas.
- Como o que?
- Da sua cara quando está com tesão me pegando de 4, socando forte e gemendo bem alto…
Parei o garfo no ar. Juro que não esperava por isso, embora isso fosse bem típico dela. E como eu bem a conhecia, isso era uma senha para sairmos do restaurante e irmos direto pro hotel onde ela ficaria hospedada.
Entramos no quarto em silêncio, peguei sua mão e a levei até a cama. Eu adoro fazer isso, guiar a mulher até a cama como um mestre, um tutor. Ela é muito boa de cama, o que torna esse gesto redundante, mas não menos prazeroso. Comecei a beija-la devagar como ela gosta, descendo pelo pescoço a até os seios por cima da blusa. Apertei forte contra meu rosto, sentindo os bicos se endurecendo. Ela me pediu para tomar banho com ela, e fomos pro box. Confesso a vocês que não sou o maior fã de sexo embaixo d’água, mas com ela eu faço qualquer coisa. Nos esfregamos quase nos unindo em um só, e gradativamente o clima ia ficando menos romântico e mais selvagem. Acho que porque entre nós nunca houve muito romantismo, então essa sempre foi a via natural do sexo. Primeiro ela me chupou, mas o tom no olhar dela me dizia que ela estava fazendo isso muito mais para me agradar do que por gostar. E logo eu, que estava em minha cidade natal. Ela é que tinha pego um avião para me ver. Tudo bem que ela não paga a passagem, mas ela veio! Eu é que tenho que fazer os agrados.
Deixei-a chupar um pouco, mas tomei-a pelo braço, pus de frente para a parede e comecei a lamber sua nuca. Fui descendo devagar, até chegar na bunda. Macia, carnuda, gostosa e tesuda demais. Abri as nádegas e enfiei a língua devagar. Seus gemidos eram o sinal que estava no caminho certo. Entre um gemido e outro, após alguns minutos, ela me pede “me come aqui mesmo em pé”. Dei uma de malvado, e neguei. Falei que ia proporcionar algo melhor ainda. “Vamos pra cama” “Ok”…

2 comments
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12/01/2009 às 12:36 pm
Sentimental
putz, estou ‘nervosa’ pra ler a segunda parte…
e adoro essa atitude de encostar na parede e começar pela nuca, perfeita.
beijos
14/01/2009 às 10:58 am
Aline Lima
Continue! Please!